Arcadismo no Brasil

O arcadismo foi um movimento usado para suprimir as inutilidades.

O Arcadismo tinha a intenção de suprimir as inutilidades. Com isso visava cortar exageros e rebuscar o estilo Barroco. Seu estilo literário era mais simples. Os modelos seguidos eram os clássicos greco-latinos e os renascentistas. Os árcades cultivavam o carpe diem, que consiste no princípio de gozar o dia e aproveitar a vida.

A produção do arcadismo no Brasil foi feita praticamente por quatro autores.

Claudio Manuel da Costa era advogado e cultivou a poesia sob o pseudônimo de Glauceste Satúrnio. Seu estilo era bucólico, pastoril e sua obra mencionava a natureza como refúgio. Seus sonetos eram neoclássicos, perfeitos na forma e na linguagem. Evidenciava forte influência camoniana. Seus temas giram em torno de reflexões morais e contradições da vida.

Tomás Antonio Gonzaga era ouvidor e juiz. Seu principal trabalho são as lírias de “Marília de Dirceu”. A obra foi inspirada em um romance vivido por Gonzaga na vida real. As obras do autor ficam completas com “As Cartas chilenas”. São poemas satíricos com linguagem bastante agressiva.

José de Santa Rita Durão era um padre mineiro. Sua principal obra foi “Caramuru - poema épico do descobrimento da Bahia”. A obra foi feita em versos decassílabos e oitava rima camoniana. O poema caracteriza-se pela exaltação da terra brasileira.

Basílio da Gama também era mineiro. Sua principal obra foi “O Uruguai”. Seu objetivo básico era a defesa e exaltação da política pombalina e a crítica aos jesuítas.

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