Descolonização da África

A divisão da África para exploração foi determinada na Conferência de Berlim, que aconteceu na Alemanha em 1885.

O continente africano foi colonizado por países europeus em 1885.

A descolonização da África começou a partir da Segunda Guerra Mundial, entre 1939 e 1945. O continente africano foi colônia europeia e, assim como aconteceu no Brasil, teve seus recursos naturais amplamente explorados pelos colonizadores.

A colonização da África durou até a segunda metade do século XX. As nações europeias que detinham territórios de exploração no continente africano resistiram a conceder a liberdade ao continente.

A divisão da África para exploração foi determinada na Conferência de Berlim, que aconteceu na Alemanha em 1885. Inglaterra, França, Bélgica, Alemanha, Itália, Portugal e Espanha receberam o direito de explorar o território.

No início do século XX, a Libéria era o único país que havia alcançado a independência política no continente africano. O processo de descolonização começou de forma discreta.

Os primeiros a conseguirem a liberdade das metrópoles foram o Egito, a África do Sul e a Etiópia. Isso aconteceu porque, durante a Segunda Guerra Mundial, o continente europeu sofreu com o declínio econômico e político. Os países que possuíam terras na África começaram a perder o controle sobre os territórios.

Com isso, surgiram movimentos que buscavam a independência política do continente. Depois de anos de tentativas e reivindicações, alguns territórios africanos foram restituídos, dando origem a cerca de 49 países.

Na década de 60, com o derramamento de muito sangue, os países começaram a alcançar a independência política. Esse processo durou décadas até consolidar a divisão política e econômica que o continente africano tem hoje.

Atualmente, a África tem 53 países independentes.

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